Autoatendimento Sistemas

Software para lockers, vending e micromercados

Software para varejo sem atendente e retirada automatizada de produtos em compartimentos de locker, máquinas de venda e expositores de micromercado. Abaixo estão os módulos do sistema, os processos que eles cobrem e suas conexões com lojas virtuais, transportadoras, CRM, ERP e sistemas de armazém.

O que é um software

para o varejo automatizado

Varejo sem atendente — a venda e a retirada de produtos em um ponto sem funcionários presentes. O cliente usa o equipamento por conta própria, enquanto o software controla disponibilidade, preço, pagamento e liberação do produto.

Locker, máquina de venda e micromercado são três versões do mesmo desafio. Os mecanismos físicos diferem: um compartimento com fechadura eletrônica, uma espiral ou um elevador dentro da máquina, ou expositores e refrigeradores abertos. Os registros operacionais são os mesmos: produto, preço, estoque por ponto, pedido, pagamento e evento de equipamento.

Por isso os três estão em uma só página. O software de locker, de vending e de micromercado é montado com os mesmos módulos; o que muda são os dispositivos conectados e o fluxo de liberação.

De que o sistema é composto

  • Ponto — um locker, uma máquina de venda ou um micromercado: o equipamento que o cliente usa sozinho
  • Software embarcado — escolha do produto, recebimento do pagamento, abertura do compartimento e operação off-line
  • Núcleo de dados — produtos, preços, estoque por ponto, pedidos, compartimentos e transações
  • Camada de processos — reservas, status de compartimentos, prazos de guarda, devoluções, reposição e recolhimento de numerário
  • Telemetria — eventos dos equipamentos vindos de fechaduras, sensores de porta, sensores de temperatura, módulos de pagamento e conexões de rede
  • Painel operacional — o espaço de trabalho do operador da rede: pontos no mapa, tarefas, falhas e estoque
  • Camada de integração — troca de dados com lojas virtuais, transportadoras, CRM, ERP, armazém e serviços de pagamento
  • Analítica — vendas por ponto, giro de estoque, indisponibilidade dos equipamentos e relatórios

Que tarefas o sistema resolve

Seis motivos pelos quais empresas implantam software de varejo sem atendente. Sem ele, cada tarefa exige uma visita ao ponto, uma planilha e um telefonema.

Técnico faz manutenção em uma máquina de venda enquanto um profissional de logística repõe uma rede de autoatendimento

Um catálogo para toda a rede

Produtos, preços e planogramas são geridos de forma centralizada e distribuídos a todos os pontos. Uma máquina no aeroporto e um micromercado em um escritório usam a mesma fonte de registro, não arquivos separados.

Vendas sem equipe no local

O cliente escolhe, paga e retira o produto sozinho, 24 horas por dia. As pessoas são necessárias para reposição, recolhimento de numerário e correção de falhas, não para cada venda.

Estoque confiável

O estoque é baixado quando o mecanismo de liberação atua ou o compartimento se abre. As rotas de reposição partem do estoque real, não dos números da semana passada.

Preços sob controle

Os preços mudam por regra para um ponto, um grupo de pontos ou uma programação. Repricing em uma rede de cem máquinas não exige visitar cada dispositivo.

Conexão com a contabilidade

Vendas, pagamentos, reposições e baixas chegam ao sistema contábil sem redigitação. A conciliação deixa de ser uma tarefa à parte no fechamento do mês.

Mensurabilidade

O operador enxerga o que vende em cada ponto, quais compartimentos ficam parados, por quanto tempo o equipamento esteve indisponível e por quê.

Lockers

compartimentos, códigos e retirada de pedidos

Locker — um armário com compartimentos de tamanhos diferentes que permite ao destinatário retirar pedidos sem atendente. O software de locker determina qual compartimento deve receber a encomenda, quem pode abri-lo e com qual código, e o que acontece quando um pedido não é retirado.

O compartimento é um registro operacional com status e histórico próprios, não apenas uma porta. Por isso um mesmo armário atende pedidos em sequência, e a disponibilidade de cada compartimento é conhecida antes de o entregador chegar.

O que o software de locker faz:

  • Gestão de compartimentos — um mapa do armário com tamanhos, ocupação e prazos de guarda; o sistema escolhe automaticamente um compartimento que caiba a encomenda
  • Status dos compartimentos — livre, reservado, ocupado, aguardando retirada, bloqueado ou fora de serviço. Toda transição é registrada com horário e autor
  • Retirada de pedidos — o destinatário digita um código na tela ou o apresenta ao leitor; o sistema associa o código ao pedido e abre a porta correta
  • Códigos QR — um código de uso único entregue no aplicativo, por e-mail ou por mensagem; o terminal o lê e o invalida assim que o compartimento abre
  • Códigos PIN — uma alternativa numérica para quando o leitor está indisponível ou a tela do celular não pode ser lida, com prazo de validade e número limitado de tentativas
  • Devolução de produtos — depósito inverso: o cliente cria uma devolução, recebe um código, coloca o item em um compartimento livre e o armário registra o fechamento da porta
  • Prazo de guarda — uma contagem regressiva com lembretes; um pedido não retirado é programado para retorno ao remetente e o compartimento volta à circulação
Locker modular com um compartimento aberto e uma encomenda dentro

Como um pedido entra em um compartimento

O depósito pelo entregador é um fluxo de leitura, assim como a retirada: a etiqueta da encomenda é lida, o armário abre um compartimento adequado e o fechamento da porta confirma o depósito. A partir desse instante, quem responde pelo pedido é o locker, não o entregador.

O código de retirada pertence ao pedido, não à pessoa. Ele pode ser repassado a outro destinatário, revogado e reemitido. Todo repasse de código fica registrado no histórico do pedido, com horário e forma de envio.

Exceções

  • Um compartimento não abre — o pedido passa para outro livre e o destinatário recebe um novo código na hora
  • Uma porta fica aberta — o armário avisa imediatamente e bloqueia o compartimento até que seja verificado
  • A encomenda não cabe no compartimento escolhido — o entregador troca o tamanho e o sistema recalcula a capacidade
  • Um código atinge o limite de tentativas — emitir um novo exige confirmação do dono do pedido
  • O prazo de guarda expira — o pedido é programado para retirada em vez de ficar no armário indefinidamente

Lockers: terminais, integrações e monitoramento

Um armário atende dezenas de pedidos por dia; uma rede atende milhares. A diferença não está na retirada em si, mas em tudo ao redor: quem deposita os pedidos, quem faz a manutenção dos armários e de onde vêm os pedidos.

Gestão de terminais

Um registro de dispositivos guarda endereço, configuração de tamanhos de compartimento, horário de acesso, versão do software e responsável pela manutenção. Configurações e atualizações são enviadas aos terminais remotamente.

Integração com a loja virtual

A loja recebe a lista de lockers com endereços, horários de funcionamento e limites de tamanho, envia um pedido e recebe as atualizações de status: depositado, retirado, expirado ou devolvido.

Integração com transportadoras

A troca por API com as transportadoras cobre a designação do armário, o número da remessa, a confirmação do depósito, a retirada de pedidos não coletados e a coleta de devoluções ao longo da rota.

Monitoramento de equipamentos

O sistema acompanha fechaduras e sensores de porta, o funcionamento do leitor e da tela, o módulo de pagamento, a energia e a conectividade. Um compartimento com defeito é bloqueado para novos depósitos, em vez de ser descoberto na chegada.

Ocupação e capacidade

O operador vê quantos compartimentos de cada tamanho estão ocupados agora e quantos estarão ocupados à noite, com base nos prazos de guarda. O despachante sabe qual armário já não pode receber novas entregas.

Analítica

Giro dos compartimentos, tempo médio entre depósito e retirada, taxa de pedidos não retirados, ocupação por hora e por dia e distribuição por tamanho de compartimento.

Terminal de pagamento

É um componente do armário, não um dispositivo à parte: tela, leitor de códigos, leitor de cartão, módulo por aproximação e módulo fiscal. Ele recebe o pagamento de pedidos com pagamento na entrega, de guarda além do prazo incluído e de itens pagos na retirada.

Pagamento sem dinheiro e monitoramento de pagamentos

Cartões, aproximação, QR e sistemas de pagamento instantâneo, além do pagamento no aplicativo. Cada pagamento é vinculado a um pedido e a um compartimento; seu status — autorizado, capturado ou estornado — fica guardado junto ao histórico de retirada e é conciliado diariamente com o extrato do provedor.

Prevenção a fraudes e monitoramento de transações

Os códigos de uso único têm prazo de validade e limite de tentativas, e a reemissão de códigos tem frequência limitada. O sistema verifica se o pagamento corresponde à abertura do compartimento. Tentativas repetidas de digitação, abertura sem pagamento e atividade incomum de um mesmo destinatário entram em uma fila de análise.

O software do terminal, o controlador de fechadura, o protocolo de comunicação com o servidor e o sistema de instalação do armário são desenvolvimento e engenharia nossos. Isso permite configurar os compartimentos para o local e acrescentar novas formas de pagamento ou fluxos de retirada no próprio dispositivo, sem depender dos limites de um módulo de terceiros.

Vending

gestão de máquinas e vendas

Uma máquina de venda vende um produto por um fluxo curto: escolha, pagamento e liberação. O software de vending controla o que a máquina guarda, o preço de cada item e o que acontece quando o mecanismo de liberação ou o pagamento falha.

A máquina opera de forma autônoma: as vendas continuam sem conexão com o servidor, e as transações são entregues quando a conectividade volta. Por isso o software de vending troca eventos, em vez de funcionar como um controle remoto.

O que o software de vending faz:

  • Gestão de máquinas — um registro de dispositivos com modelo, configuração, endereço e local, horário de funcionamento, responsável e condições de locação
  • Catálogo de produtos — um catálogo de produtos comum e um planograma que mostra qual produto ocupa cada compartimento, espiral ou posição de elevador em uma máquina específica
  • Preços — definidos por máquina, grupo de máquinas, local ou programação; as atualizações são enviadas ao dispositivo e aplicadas sem visita
  • Estoque — uma contagem para cada posição da máquina, reduzida quando um item é liberado, aumentada na reposição e conferida nas rondas de serviço
  • Vendas — cada transação registra horário, produto, valor, forma de pagamento e resultado da liberação, incluindo as falhas
  • Pagamento sem dinheiro — cartões bancários, aproximação, QR e sistemas de pagamento instantâneo; no dinheiro entram o troco devido e o fundo de moedas disponível
  • Configuração remota — planogramas, preços, textos de tela, modo de operação e versão do software são alterados pelo painel, sem acesso físico à máquina
  • Relatórios — receita e vendas por máquina, produto, dia e forma de pagamento; demonstrativos de recolhimento e conciliação com os registros bancários
Cliente retira um produto de uma máquina de venda moderna

Quando o produto não é liberado

Uma falha de liberação é um evento padrão, não uma exceção: a espiral gira sem soltar o item, o produto trava ou a posição está vazia. A máquina avisa na hora, o pagamento no cartão é revertido sem exigir pedido do cliente, e o produto é marcado para inspeção na próxima rota.

Os planogramas têm versão. Mudar o sortimento de um local cria uma nova versão com data de vigência, em vez de sobrescrever campos, e assim as vendas antes e depois da mudança continuam comparáveis.

O que se configura por local

  • Sortimento e planograma adequados ao público: escritório, estação, instituição de ensino ou chão de fábrica
  • Preços e promoções programados, como preço noturno ou desconto em item perto do vencimento
  • Horário de funcionamento da máquina e formas de pagamento disponíveis
  • Textos de tela e idioma da interface
  • Limites de estoque que colocam a máquina em uma rota de reposição

Vending: telemetria e estado dos equipamentos

Uma máquina de venda fica sem atendente, então qualquer defeito gera indisponibilidade até a próxima visita. A telemetria encurta esse intervalo ao permitir que o dispositivo relate sua própria condição.

Telemetria

A máquina transmite vendas, estoque por posição, erros do mecanismo, temperatura, status do módulo de pagamento e eventos de abertura de porta. Os eventos são enviados em lotes e não se perdem quando a conectividade falha.

Estado do equipamento

On-line, ocioso, erro de liberação, aceitador de notas travado, troco insuficiente ou falha de refrigeração. Cada estado tem prioridade e destinatário próprios.

Alertas e tarefas

Um evento vira uma tarefa atribuída com prazo, não uma mensagem em grupo. Fechar a tarefa exige registro de presença no local e fica gravado no histórico do dispositivo.

Protocolos de conexão

Um módulo de telemetria conversa com os controladores da máquina por MDB e EVA-DTS. Um parque misto se conecta a um único painel sem trocar os equipamentos existentes.

Atualizações de software

O software embarcado é atualizado remotamente em grupos: primeiro algumas máquinas, depois a rede. Uma atualização com falha volta para a versão anterior.

Analítica de indisponibilidade

Percentual de disponibilidade, falhas por máquina, tempo entre a falha e a recuperação e vendas perdidas durante a parada.

Terminal de pagamento

O módulo de pagamento se conecta ao controlador da máquina por MDB e funciona como uma unidade independente: leitor de cartão, módulo por aproximação, leitor de QR, aceitadores de notas e moedas com controle de fundo de troco e módulo fiscal. O terminal mantém sua própria fila de transações.

Pagamento sem dinheiro e monitoramento de pagamentos

Cartões, aproximação, QR e sistemas de pagamento instantâneo. O valor é autorizado antes de o mecanismo atuar e capturado após a liberação confirmada; cada transação é conferida com o evento de liberação, enquanto o dinheiro é conferido com os demonstrativos de recolhimento e os contadores da máquina.

Prevenção a fraudes e monitoramento de transações

O sistema sinaliza descompassos entre pagamentos e liberações, transações repetidas em um mesmo cartão em curto intervalo, taxas anormais de cancelamento e estorno, violação do gabinete e portas abertas fora de uma rota programada. As métricas são calculadas por dispositivo, então uma máquina problemática se destaca na rede.

O módulo de telemetria, os drivers MDB e EVA-DTS, o software embarcado e a pilha de pagamento são desenvolvimento e engenharia nossos. Um parque misto se conecta a um único painel sem troca de equipamentos, e o suporte a um novo protocolo ou forma de pagamento pode ser acrescentado dentro do módulo.

Micromercados

autoatendimento sem caixa

Um micromercado — um pequeno ponto de venda com expositores e refrigeradores abertos em um ambiente controlado, como escritório, fábrica, alojamento ou coworking. O cliente tem acesso físico aos produtos; não há caixa, e o pagamento é feito em um terminal ou no aplicativo.

A diferença essencial em relação a uma máquina de venda é que nenhum mecanismo restringe o acesso aos produtos. Por isso o software de micromercado gira em torno do controle de estoque e da conciliação, e não da liberação: a diferença entre vendas e estoque físico é uma métrica operacional do ponto.

O controle nesse tipo de ponto vem de três fontes independentes: visão computacional sobre os expositores, fechaduras eletrônicas com registro de abertura e o terminal de pagamento. Dados que batem são o normal; um descompasso é um evento operacional ligado a uma sessão de cliente específica.

O que o sistema faz:

  • Autoatendimento — o cliente pega o produto, lê o código de barras no terminal ou pelo celular e paga; o fluxo é o mesmo de dia e de noite
  • Pagamento sem caixa — cartão, aproximação, QR, pagamento no aplicativo, conta corporativa ou auxílio do funcionário em vez de dinheiro próprio
  • Expositores e refrigeradores — equipamentos com controle de temperatura e registro de auditoria; violações de limite são gravadas e o lote afetado é marcado para inspeção
  • Cadastro de produtos — cadastro, códigos de barras, lotes e prazos de validade; um item vencido não pode ser levado no fechamento da compra
  • Vendas — cada compra registra itens, valor, forma de pagamento e horário; o cliente recebe um comprovante digital
  • Estoque — o estoque calculado do ponto diminui no pagamento e aumenta na reposição, enquanto o inventário estabelece a contagem física
  • Controles de conciliação — a diferença entre estoque calculado e físico é medida a cada inventário, por produto e por ponto
  • Visão computacional — câmeras acima dos expositores e dentro dos refrigeradores reconhecem qual produto foi retirado e qual voltou para a prateleira; cada retirada é confrontada com os itens do comprovante pago da sessão
  • Fechaduras eletrônicas — a porta de um expositor ou refrigerador só abre depois que o cliente é identificado por cartão, por um código QR no aplicativo ou pelo crachá de acesso do local. O controlador do ponto comanda a fechadura; não há chave no local
Micromercado sem atendente com refrigeradores, expositores e um terminal de autoatendimento

Como um ponto é reposto

Repor um micromercado gera um documento de entrada de mercadoria; não é simplesmente colocar mais itens na prateleira. Produtos, lotes e prazos de validade são registrados durante o abastecimento, então o estoque vencido é baixado automaticamente.

O sortimento é escolhido a partir dos dados do ponto. Um ambiente controlado tem um público estável, e um item sem vendas por duas semanas ocupa um espaço que outro, de giro mais rápido, poderia usar.

Controle de sessão e prevenção a fraudes

  • Controle de abertura e fechamento — toda abertura registra horário, cliente e duração; porta não fechada, abertura fora de sessão ou tempo de abertura excessivo são eventos à parte que disparam alerta
  • Identificação das ações do usuário — a sessão liga um cliente específico à abertura da porta, aos produtos retirados e devolvidos e ao resultado do pagamento, de modo que disputas podem ser apuradas pelo registro de eventos
  • Detecção de itens não pagos — um produto retirado sem pagamento fecha como divergência de sessão: em ambiente corporativo o valor é lançado na conta do cliente; em ambiente aberto o evento entra em uma fila de análise com um trecho de vídeo
  • Controles antifraude — limites por sessão e por cliente, indicadores de teste de cartão, aberturas repetidas sem compra, taxas anormais de divergência por ponto e por conta, listas de bloqueio e suspensão temporária de acesso

O que se mede em um ponto

  • Receita e número de compras por local e por funcionário cadastrado
  • A diferença entre estoque calculado e físico, em valor e em número de itens
  • Baixas por vencimento como parcela das compras
  • Tempo que um item permanece no expositor antes de ser vendido
  • Parcela de compras pagas com auxílio corporativo
  • Parcela de sessões em que os produtos retirados não coincidem com os pagos
  • Aberturas de porta sem compra, por ponto e por cliente

Micromercados: vários pontos e integrações

Um único ponto pode ser tocado por planilha. Uma rede precisa de um cadastro único de produtos, de preços compartilhados e de um lugar só para ver todas as divergências.

Gestão de vários pontos

Cada ponto é um registro com endereço, equipamentos, sortimento, preços e agenda de reposição próprios. As mudanças valem para um ponto, um grupo ou a rede inteira.

Permissões e papéis

Operadores da rede, repositores de rota, contadores e representantes do local veem seções diferentes. Baixas e ajustes de estoque exigem permissões separadas.

Integração com CRM

Clientes do ambiente controlado, auxílios corporativos, chamados de suporte e retorno sobre o sortimento. Os segmentos alimentam preços e ofertas personalizadas.

Integração com ERP

Cadastro de produtos, preços de compra, documentos de venda e acerto com locais e fornecedores. Quem é dono do cadastro é o sistema contábil, não o ponto.

Integração com o armazém

Pedidos de reposição, despacho para uma rota e recebimento de devoluções e produtos vencidos. O estoque do ponto e o do armazém são geridos dentro de um só sistema.

Serviços de pagamento

Conexão com provedores, emissão de comprovante fiscal, estornos de compras com falha e conciliação diária com os registros do provedor e o extrato bancário.

Terminal de pagamento

A estação de autoatendimento do ponto inclui leitor de código de barras, tela, leitor de cartão, módulo por aproximação, módulo fiscal e, para produtos vendidos por peso, um módulo de balança. É no terminal que uma compra passa a ser paga, então sua saúde é monitorada junto com a dos equipamentos de refrigeração.

Pagamento sem dinheiro e monitoramento de pagamentos

Cartões, aproximação, QR, pagamento no aplicativo, contas corporativas e auxílios de funcionário. Cada compra é guardada com os itens do comprovante, o ponto e o horário, enquanto a conciliação diária confronta transações do provedor, documentos fiscais e baixas de estoque.

Prevenção a fraudes e monitoramento de transações

A visão computacional e as fechaduras eletrônicas registram o que sai do ponto; o sistema de pagamento registra o que foi pago. O controle se concentra nos descompassos entre esses dois fluxos: itens não pagos, comportamento incomum de conta e taxas anormais de baixa em um ponto são apurados pelo evento de abertura.

O software do terminal e do ponto, os controladores de fechadura eletrônica, o processamento do fluxo de vídeo e as regras antifraude são desenvolvimento e engenharia nossos. Assim o equipamento pode ser escolhido conforme o espaço e o sortimento: um expositor aberto, um refrigerador com fechadura ou um armário com controle de acesso operam todos dentro do mesmo sistema de estoque.

Ecossistema da solução

Locker, máquina de venda e micromercado são pontos dentro de um mesmo sistema, não três produtos separados. Cada um usa o mesmo conjunto de componentes: equipamento e software no local, terminal de pagamento, plataforma de retaguarda, painel administrativo, aplicativos de cliente e de operador, analítica, relatórios, prevenção a fraudes e logística integrada. Abaixo, o detalhamento de cada componente e seu papel.

Um locker, uma máquina de venda e um micromercado conectados a um servidor central

Equipamento e software no local

Um ponto combina equipamento e software embarcado: controlador de fechadura ou de mecanismo de liberação, leitor, tela, módulo de pagamento, sensores de porta e sensores de temperatura. Ele funciona de forma autônoma e continua atendendo clientes se a conexão com o servidor cair.

Equipamentos

Armários de locker com compartimentos de tamanhos diferentes, máquinas de venda com espirais e elevadores, expositores e refrigeradores de micromercado, fechaduras eletrônicas, leitores, balanças e câmeras de visão computacional. Cada ativo tem um registro com sua configuração e histórico de serviço.

Terminais de pagamento

Recebimento de pagamento nos três tipos de ponto: leitor de cartão e módulo por aproximação, teclado de senha, leitor de QR e módulo fiscal; as máquinas de venda incluem ainda aceitadores de notas e moedas. O terminal mantém a própria fila de transações, então os pagamentos continuam quando a conectividade falha.

Plataforma de retaguarda

Recepção dos eventos dos pontos, núcleo de dados operacionais, filas de mensagens e agendadores de tarefas e relatórios. Escala com o número de pontos e inclui registros de transação imutáveis mais backups com testes de restauração programados.

Painel administrativo

O espaço de trabalho do operador da rede: pontos no mapa, saúde dos equipamentos, estoque, preços e planogramas, tarefas e falhas, papéis e permissões, além de um registro de auditoria das ações dos funcionários e das aberturas de serviço.

Sistema de gestão de dispositivos

Cadastro de dispositivos e chaves, configuração remota, atualização de software em etapas com reversão, reinício de componentes e revogação de acesso. O status e a versão de cada dispositivo são conhecidos centralmente.

Núcleo de dados operacionais

Produtos e códigos de barras, lotes e prazos de validade, preços e regras de precificação, estoque por ponto e por compartimento, pedidos, vendas e transações. Uma única fonte de registro serve a rede inteira, qualquer que seja o tipo de equipamento.

Telemetria e monitoramento

Um único fluxo de eventos de todos os pontos: vendas e liberações, erros de mecanismo, aberturas de porta, temperatura dos expositores, status do módulo de pagamento e conectividade. Durante uma queda, os eventos ficam em fila no dispositivo e são enviados em lote; qualquer condição anormal vira uma tarefa atribuída e com prazo, não uma linha em um log.

Aplicativo móvel do cliente

Mapa de pontos e horários, códigos de retirada, pagamento e auxílio corporativo, histórico de compras e comprovantes digitais, abertura de devolução e notificações de pedido pronto e de prazo de guarda.

Aplicativo do operador e da equipe de campo

Rota do turno, reposição por leitura, inventários, recolhimento de numerário, baixas com motivo e foto e conclusão de tarefas técnicas. Funciona off-line: as operações ficam em fila local e são enviadas quando a conectividade volta.

Analítica

Vendas, margem, giro, indisponibilidade, perdas e demanda não atendida por período, ponto, local, tipo de equipamento, produto, categoria, forma de pagamento e responsável pela rota.

Relatórios gerenciais

Relatórios e exportações programados: receita por ponto e por pessoa jurídica, demonstrativos de recolhimento, registros de baixa, conciliação com provedores de pagamento e bancos e dados para o sistema contábil. Programação e destinatários são configuráveis.

Sistema de prevenção a fraudes

Regras e limites de transação, sinais de comportamento, confronto de eventos de pagamento com liberações ou aberturas de porta, listas de bloqueio e uma fila de operações suspeitas para análise manual em nível de sessão.

API e integrações

Uma API documentada, webhooks e filas de mensagens para lojas virtuais, transportadoras, CRM, ERP, armazém, sistemas fiscais on-line e serviços de pagamento. Versionamento de formato, idempotência no destinatário e registro de troca.

Sistema integrado de logística

Distribuição de produtos entre pontos, gestão de rotas, controle de estoque, planejamento de reposição e gestão centralizada da rede — no mesmo sistema que registra as vendas, não em uma planilha à parte.

Nessa arquitetura, o terminal de pagamento não é um periférico, mas um componente central: é ele que conclui a venda nos três tipos de ponto e o único lugar em que uma compra passa a ser paga. O software do terminal, o protocolo de comunicação com o servidor, as interfaces com os controladores de equipamento e o kit de instalação são desenvolvimento e engenharia nossos, então formas de pagamento, regras de autorização e comportamento off-line podem ser ajustados à rede.

Sistema integrado

de logística

A logística no varejo sem atendente — a movimentação de produtos entre um armazém e dezenas de pontos, cada um vendendo em ritmo diferente. O módulo é embutido no sistema que registra vendas e estoque, então as decisões usam os dados do ponto, e não o arquivo separado de um planejador de logística.

O que o módulo cobre:

  • Distribuição de produtos entre pontos — o que e quanto entregar é calculado a partir do ritmo de vendas do produto naquele ponto, do estoque atual, da capacidade do compartimento ou da prateleira e dos prazos de validade dos lotes. Um item de giro rápido não é enviado a um ponto onde ficará parado por um mês
  • Gestão de rotas — os pontos são agrupados em rotas por estoque, falhas e prazos, considerando a região, as janelas de acesso ao local, a capacidade do veículo e a jornada do responsável. As rotas são atribuídas à equipe de campo e podem mudar durante o turno
  • Controle de estoque — o estoque calculado por ponto e por posição é atualizado a cada venda e reposição, enquanto os inventários de rota estabelecem a contagem física; as divergências são registradas no local com motivo e entram no relatório de perdas
  • Planejamento de reposição — previsões a partir do histórico de vendas de cada ponto, o limite de estoque que o coloca na próxima rota e a data prevista de ruptura. Um pedido ao armazém é criado antes de a prateleira ficar vazia
  • Gestão centralizada da rede — armazém, rotas, equipe de campo, pontos e estoque em um só sistema: a mercadoria despachada para uma rota fica atribuída ao responsável, devoluções e produtos vencidos voltam por documentos, e o trabalho não concluído passa para a rota seguinte
Profissional de logística leva produtos do armazém para os pontos de autoatendimento

Como uma rota é montada

Uma rota é uma lista de tarefas do turno, não um horário fixo. Entram nela os pontos abaixo do limite de estoque, os pontos com falhas em aberto, os pontos com lotes perto do vencimento e as visitas programadas exigidas por acordos com o local. A ordem das paradas considera geografia e janelas de acesso: uma ida ao armazém às 6h e um centro empresarial que abre às 9h não ficam no mesmo bloco de horário.

A carga é calculada antes da saída, então a equipe de campo recebe exatamente o que foi destinado aos pontos da rota. A mercadoria que sobra depois do turno é um registro operacional como o estoque de um ponto: ou volta ao armazém por documento, ou passa para a rota seguinte.

O que a logística mede

  • Pontos por rota e tempo real gasto em cada ponto
  • Parcela de produtos que romperam o estoque antes da reposição planejada
  • Custo logístico por ponto e por item vendido
  • Devoluções e baixas como parcela da mercadoria despachada para a rota
  • Precisão da previsão de reposição: consumo planejado contra o real

Como funcionam os pagamentos

Um ponto não guarda dados de cartão nem processa pagamentos por conta própria. Ele envia a operação a um módulo de pagamento ou provedor, recebe o resultado e o vincula à venda. Todo o resto é gestão do ciclo de vida do pagamento em um ambiente sem atendente.

Aplicativo móvel de loja virtual com pagamento por QR e cartões Visa e Mastercard
Transações da rede neste turnoKGS
PontoOperaçãoValorStatus
Máquina A-207Retenção antes da liberação145Autorizado
Máquina A-112Capturado após a liberação210Concluída
Máquina A-118Falha da espiral160Retenção liberada
Locker P-14Pagamento na retirada1 280Concluída
Micromercado CE-3Auxílio corporativo320Concluída
Locker P-31Guarda estendida150Nova tentativa

O mecanismo falhou, então a retenção foi liberada sem transação de estorno e o produto foi marcado para inspeção na próxima rota. Reprocessar o evento com a mesma chave de operação não cria um segundo registro.

Conciliação com o extrato do provedormesmo turno
1 240transações da rede
99,1%liberações bem-sucedidas
11retenções liberadas
0divergências

São conciliadas três fontes: transações do provedor, documentos fiscais e eventos de liberação dos equipamentos. O dinheiro das máquinas de venda é conciliado à parte, com os demonstrativos de recolhimento e os contadores dos dispositivos.

Formas de pagamento

Cartões bancários e pagamentos por aproximação no terminal, QR e sistemas de pagamento instantâneo, pagamento no aplicativo, auxílios corporativos de funcionários e dinheiro com troco nas máquinas de venda.

Retenção da autorização antes da liberação

O valor é retido antes de o mecanismo atuar e capturado após a liberação confirmada. Se o produto não for liberado, a retenção é solta sem transação de estorno.

Operação off-line

No modo off-line o pagamento é aceito conforme as regras do módulo de pagamento e a transação é enviada quando a conectividade volta. Uma queda de rede não interrompe as vendas.

Idempotência

Reenviar uma transação não cria um segundo pagamento nem baixa o estoque duas vezes. Servidor e provedor reconhecem duplicatas pela chave da operação.

Comprovante fiscal

Depois do pagamento é emitido um comprovante fiscal e enviado ao cliente por e-mail ou mensagem. Se a liberação falhar, é emitido um comprovante de estorno para os itens não entregues.

Conciliação e recolhimento de numerário

Confronto diário das transações com os registros do provedor e o extrato bancário, um demonstrativo de caixa para cada máquina e uma lista de análise separada para as divergências.

O terminal de pagamento é comum aos três tipos de ponto e é um dos componentes centrais do sistema. A receita da rede passa por ele, e uma falha do terminal interrompe as vendas mesmo com o restante do equipamento funcionando. Por isso o terminal é cadastrado como o próprio ponto: a versão do seu software, as formas de pagamento disponíveis, o estado do módulo fiscal e o resultado da última conciliação ficam visíveis no painel administrativo.

Como são calculados

os estoques por ponto

Estoque disponível no varejo sem atendente está ligado a um lugar, não a um armazém: uma posição de máquina, uma prateleira de expositor ou uma zona de refrigerador. O mesmo produto em dois pontos da rede tem dois números de estoque independentes e dois ritmos de venda diferentes.

Estoque calculado = carregado na reposição − vendido − baixado (vencimento, avaria ou falha de liberação). Um inventário de rota estabelece a contagem física, e a diferença entre os dois é uma métrica mensurável do ponto.

Formas de troca de dados:

  • Eventos dos dispositivos — vendas, liberações, erros e aberturas de porta são enviados ao servidor no momento em que ocorrem
  • Fila local — durante uma queda de rede, os eventos se acumulam no dispositivo e depois são enviados em lote, então nada se perde
  • Chave da operação — reprocessar um evento não baixa o estoque uma segunda vez
  • Reposição documentada — produtos, lotes e prazos de validade são registrados durante o abastecimento, e não reconstruídos depois
  • Inventário de rota — compartimentos e prateleiras são contados no celular, e qualquer divergência é registrada no local com motivo

O que traz um controle de estoque preciso

  • As rotas de reposição se apoiam no consumo real, não no calendário
  • Um item de giro rápido não acaba na véspera de uma visita programada
  • Produtos vencidos são baixados pela data do lote em vez de serem descobertos pelos clientes
  • A área de compras enxerga o ritmo real de venda de cada ponto separadamente
  • O sortimento de cada ponto é revisto a partir de dados, não da intuição do operador
  • As perdas são medidas por valor e por produto, e não como uma falta genérica

Causas comuns de divergência

  • Reposição registrada pelo plano, e não pelos produtos efetivamente abastecidos
  • Uma falha de liberação sem o estorno e a baixa de estoque correspondentes
  • Um planograma que não corresponde à disposição real das espirais
  • Um produto retirado para degustação ou inspeção sem baixa própria
  • Um inventário que deixa de fora algumas áreas do ponto

Como funciona

a operação da rede

Os equipamentos estão espalhados por prédios e bairros diferentes, e vários profissionais móveis fazem a manutenção. A operação não é simplesmente uma ronda de visitas; é uma fila de tarefas atribuídas, com prazo e confirmação no local.

O operador da rede trabalha no painel operacional, com os pontos no mapa, a saúde dos equipamentos, o estoque, as falhas e as tarefas do turno. Repositores e técnicos trabalham em um aplicativo móvel com os mesmos registros, limitados às suas rotas.

O que acontece durante um turno:

  • As rotas são montadas a partir do estoque real, dos prazos de validade e das falhas em aberto, e não de uma agenda fixa de visitas
  • O carregamento da rota é registrado como uma saída de armazém: cada item entregue a um profissional continua atribuído a ele
  • A reposição é confirmada pela leitura do produto, do ponto, do compartimento ou zona, do horário e do profissional
  • Os inventários acontecem no local e as divergências são registradas na hora com motivo, e não compiladas no fim do dia
  • Produtos vencidos e avariados são baixados com motivo e foto e devolvidos no percurso de volta
  • O dinheiro das máquinas de venda é recolhido contra um demonstrativo e confrontado com as transações do dispositivo
  • Uma tarefa técnica é encerrada com registro no local do problema, do serviço executado e do estado atual do equipamento
  • Estoque não reposto e falhas não resolvidas passam automaticamente para a rota seguinte
Técnico faz manutenção em uma máquina enquanto um funcionário prepara produtos para a reposição da rede

Como funciona o aplicativo de rota

  • Uma tela, uma tarefa: ponto, tarefa, campo de leitura e confirmação; relatórios e cadastros ficam no painel operacional
  • Trabalho off-line — as operações entram em uma fila local e chegam ao servidor quando a conectividade volta, já que estacionamentos subterrâneos e chãos de fábrica podem não ter sinal
  • Validação imediata — produto ou ponto errado bloqueia a etapa, então o erro é corrigido na hora em vez de no próximo inventário
  • Chave da operação — reenviar não cria uma segunda reposição nem baixa o estoque duas vezes

Métricas a acompanhar

  • Percentual do tempo em que o ponto esteve disponível para vendas
  • Pontos por rota e tempo gasto em cada ponto
  • Parcela de produtos que romperam o estoque antes da reposição planejada
  • Tempo entre a falha e o restabelecimento do serviço
  • Divergência de inventário em valor e em número de itens

Compartimentos e liberação

Produtos e vendas

Pagamentos

Telemetria e analítica

Como são feitas

as integrações

Integração — uma troca de dados acordada com um sistema externo: o que é transferido, em que formato, com que frequência, quem é dono do dado e o que acontece quando algo falha.

A decisão-chave é a propriedade do dado. Cadastro de produtos e preços de compra vêm do ERP, clientes e segmentos do CRM, estoque de armazém do sistema de armazém, enquanto vendas e eventos de equipamento nascem em cada ponto. Permitir que o mesmo campo seja editado em dois sistemas cria divergências permanentes, então isso é evitado.

Sistemas conectados com frequência:

  • Lojas virtuais — pedidos para retirada em locker, endereços e ocupação dos armários e status de retirada
  • Transportadoras — designação do ponto de retirada, remessas, depósitos e retirada de pedidos não coletados
  • CRM — clientes, chamados de suporte, segmentos, auxílios corporativos e preços personalizados
  • ERP e sistema contábil — cadastro de produtos, preços, documentos de venda e acerto com os locais
  • Armazém — pedidos de reposição, despacho para rotas, devoluções e baixas
  • Serviços de pagamento — autorização, captura, estorno e registros de transação para conciliação
  • Sistemas fiscais on-line — comprovantes fiscais de venda e devolução, além do monitoramento de documentos não enviados
  • Módulos de telemetria — MDB, EVA-DTS e protocolos dos fabricantes dos equipamentos
Um servidor conecta um locker, uma máquina de venda, um refrigerador, o armazém e os equipamentos de pagamento

Como funciona a troca de dados

A troca é assíncrona: uma venda em um ponto não espera por um sistema externo. A mensagem entra em uma fila, é reenviada em intervalos crescentes após falhas e vai para uma fila de análise se todas as tentativas falharem.

Toda mensagem é guardada com conteúdo, horário, resultado e número de tentativas, então a apuração de um incidente se apoia no registro de troca, não na memória.

O que se testa antes do lançamento

  • Idempotência no destinatário: reprocessar uma mensagem não cria um segundo registro
  • Versionamento da API: uma mudança de formato sai como nova versão enquanto a antiga continua funcionando
  • Resolução de conflitos: qual sistema tem o valor que prevalece quando os registros divergem
  • Limites dos sistemas externos: requisições por minuto suportadas pelo ERP e pelo sistema de armazém
  • Conciliação regular das métricas-chave: vendas, valores de pagamento e estoque

Que dados

a analítica disponibiliza

A analítica usa os próprios dados de vendas e de equipamentos do sistema, não contadores externos. Um contador conhece visitas; o sistema conhece receita, produtos, indisponibilidade e perdas.

Os relatórios podem ser abertos por período, ponto, local, tipo de equipamento, produto, categoria, forma de pagamento e responsável pela rota. Toda métrica está disponível em cada recorte e pode ser exportada para arquivo ou para um data warehouse.

Operador acompanha a utilização e a saúde de uma rede de lockers, máquinas de venda e refrigeradores

Vendas e receita

  • Receita e número de vendas por ponto, local e rede
  • Valor médio da transação e composição das formas de pagamento
  • Margem do produto incluindo custo de compra e logística de rota
  • Taxas de pagamento com falha e de estorno

Produtos e estoque

  • Ranking de vendas por ponto e produtos sem venda
  • Giro de estoque e dias de cobertura da demanda até a reposição
  • Vendas perdidas: tentativas de escolher um produto sem estoque
  • Baixas por vencimento, avaria e divergência de inventário

Equipamentos e pontos

  • Disponibilidade dos equipamentos e duração das paradas
  • Falhas por tipo: mecanismo, pagamento, conectividade e temperatura
  • Utilização por hora e por dia da semana, além da sazonalidade do local
  • Giro dos compartimentos de locker e taxa de pedidos não retirados

Como é garantida a segurança

O equipamento fica em locais públicos e opera sem supervisão. Por isso a segurança se apoia em três princípios: os dados de pagamento nunca entram no sistema, cada dispositivo comprova sua identidade e toda ação que envolve dinheiro ou compartimentos deixa rastro de auditoria.

Dados de pagamento

Um módulo de pagamento certificado lê o cartão, e o número do cartão nunca entra no sistema. Cobranças recorrentes e auxílios corporativos usam um token, não dados de cartão armazenados.

Identidade do dispositivo

Cada ponto se comunica com o servidor por um canal criptografado, usando sua própria chave. Revogar uma chave desconecta aquele dispositivo sem afetar o resto da rede.

Códigos de retirada

Códigos QR e PIN são de uso único, com tempo de vida e tentativas de digitação limitados. Um código já usado não reabre um compartimento.

Permissões de acesso

O acesso por papel faz com que um repositor não altere preços e um técnico não veja receita. Abrir um compartimento com acesso de serviço exige permissão à parte e um motivo declarado.

Registro de auditoria

O registro guarda quem abriu um compartimento, alterou um planograma, baixou estoque ou fez o recolhimento de numerário. Os registros são imutáveis e ficam separados dos dados operacionais.

Dados pessoais

O sistema guarda apenas os dados do destinatário de que precisa, com prazos de retenção definidos, exclusão mediante pedido e consentimento datado e com origem registrada para tratamento e notificações.

A recuperação é uma disciplina à parte. Backups são inúteis enquanto a restauração não for testada: uma implantação de teste roda conforme programação, não pela primeira vez durante um incidente.

Módulos do sistema

O sistema é montado com módulos, cada um responsável por um conjunto definido de dados e operações, com conexões explícitas entre eles. A entrega é faseada: primeiro pontos, produtos e pagamentos, depois telemetria, rotas e analítica.

Cadastro de pontos e equipamentos

Lockers, máquinas de venda e micromercados: endereço, local, configuração, horário de funcionamento, versão do software, responsável e condições de locação.

Gestão de compartimentos

Mapa do armário por tamanho de compartimento, escolha automática de tamanho, status e prazos de guarda, bloqueio de compartimento com defeito e registro de aberturas.

Retirada de pedidos

Depósitos do entregador, códigos QR e PIN, reemissão e revogação de códigos, confirmação de retirada e remoção de pedidos não coletados.

Devoluções por compartimento

Pedido de devolução, código de depósito inverso, confirmação do fechamento da porta, recebimento no armazém e estorno ao cliente.

Catálogo e planograma

Cadastro de produtos comum, códigos de barras, associação do produto a um compartimento, espiral ou zona de expositor e planogramas versionados com data de vigência.

Gestão de preços

Preços por ponto, grupo de pontos e programação, condições corporativas e personalizadas, arredondamento, impostos e histórico de alterações.

Vendas e transações

Uma fila única de vendas de todos os pontos, resultado da liberação, operações com falha, comprovantes, cancelamentos e estornos.

Pagamentos

Conexão com provedores e módulos de pagamento, autorização e captura, pagamentos sem dinheiro e em dinheiro, estornos e conciliação.

Comprovante fiscal

Comprovantes de venda e devolução, troca com o caixa online, envio do comprovante ao cliente e monitoramento de documentos não enviados.

Estoque e reposição

Estoque por compartimento e zona, lotes e prazos de validade, pedidos de reposição, despachos para rota, baixas e produtos vencidos.

Inventário

Inventários pelo celular em cada ponto, divergências com motivo, histórico de contagens e perdas por valor, ponto e produto.

Rotas e tarefas

Montagem de rotas a partir de estoque e falhas, atribuição de responsáveis, confirmação de operações por leitura e transferência do trabalho não concluído.

Recolhimento de numerário

Demonstrativos por máquina, confronto do dinheiro com as transações do dispositivo, fundo de moedas e repasse da receita ao caixa.

Telemetria

Recepção de eventos dos equipamentos, filas off-line, protocolos MDB e EVA-DTS e histórico de status dos dispositivos.

Monitoramento e falhas

Status dos pontos em tempo real, limites e alertas, tarefas de resolução e tempo até o restabelecimento do serviço.

Gestão remota

Atualização de preços, planogramas, textos de tela e modo de operação, além de implantações de software embarcado em etapas, com reversão.

Controle de temperatura

Registro de temperatura dos expositores refrigerados, limites e alertas e marcação de lotes para inspeção após uma excursão.

Clientes e auxílios

Contas, faturamento corporativo e auxílios de funcionários, aplicativo do cliente, histórico de compras e comprovantes digitais.

Notificações

Códigos de retirada, lembretes de prazo de guarda, comprovantes e status de devolução por e-mail, SMS e mensageiro, com registro de envio.

Analítica e relatórios

Vendas, margem, giro, indisponibilidade, perdas e demanda não atendida em recortes personalizados, exportações e bases analíticas.

Integrações e API

Troca com lojas virtuais, transportadoras, CRM, ERP, armazém e serviços fiscais e de pagamento. API, webhooks e filas.

Controle de acesso e auditoria

Papéis e permissões por seção e operação, autenticação em dois fatores e registros de auditoria das ações dos funcionários e das aberturas de serviço.

Vários modelos de operação

Lockers, máquinas de venda e micromercados em um sistema, com várias pessoas jurídicas e locais, regiões, moedas e idiomas de interface nos dispositivos.

Aplicações de campo

Software embarcado, aplicativo do repositor e do técnico e painel operacional do operador da rede — todos sobre um único núcleo de dados.

Ordem de implementação

O sistema inteiro não entra no ar em um único lançamento. A sequência abaixo reflete dependências: cada etapa se apoia nos dados criados pela anterior.

Diagnóstico e modelo de dados

Parque de equipamentos, protocolos de conexão e os processos atuais de reposição e de contabilidade. O resultado é um modelo de entidades e um mapa de integrações.

Pontos e produtos

Cadastro de dispositivos, cadastro de produtos, planogramas, preços e estoque. Um piloto em alguns pontos valida o sistema com dados reais.

Pagamentos e liberação

Módulos de pagamento, comprovantes fiscais, códigos de retirada e devoluções. Lançamento em parte da rede com conciliação diária de transações.

Expansão

Telemetria, rotas e inventários, integrações contábeis e analítica. Cada frente é um lançamento próprio, com resultados medidos.

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